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Seriados Anos 60
 
A Feiticeira (Bewitched)
 
Trata-se de uma das mais conhecidas séries americanas, uma comédia que gira em torno do casamento de Samantha Stephens (Elizabeth Montgomery) e Darrin Stephens. O fato de Samantha ser uma bruxa com poderes e seu marido um simples mortal, era o grande dilema da série porque a feiticeira havia optado por uma vida simples e sem feitiços ao lado de seu marido, um publicitário sócio de uma agência.
 
Porém, a mãe de Samantha, Endora, não aceitava a escolha da filha, e armava as maiores confusões. Para concertar as bobagens da mãe, Samantha tinha que descumprir a própria promessa de não usar seus poderes e mexendo o nariz ela resolvia tudo.
 
O seriado teve oito temporadas, ficou no ar de 1964 a 1972, nesse tempo teve dois atores no papel do marido de Samantha, Dick York e Dick Sargent. As histórias de um cotidiano inusitado e cômico fez da Feiticeira um seriado de muita audiência no mundo todo assistido até hoje por pessoas de todas as idades. Em 2005, um filme protagonizado por Nicole Kidman foi produzido com o mesmo nome, mas era só uma adaptação do enredo de Samantha Stephens.

Jeannie é um gênio (I dream of Jeannie)

Comédia criada por Sidney Sheldon em 64, conta as confusões que o gênio da lâmpada Jeannie envolve seu amo, Major Nelson, depois que ele a encontra ao cair  em uma ilha deserta no meio do Pacífico, onde havia caído o foguete testado pelo então capitão da NASA.
 
Jeannie decide entrar dentro de sua garrafa e ir com Anthony Nelson para sua casa, na Flórida, quando ele é resgatado, pois estava apaixonada e ele não queria levá-la consigo. Ao chegar em Cocoa Beach, Nelson se mete nas mais loucas confusões por culpa de Jeannie e conta com a ajuda de seu melhor amigo Roger Healey e do seu psiquiatra Dr. Bellows, que também se torna vítima dos poderes mágicos de Jeannie. A atriz que dá vida ao gênio é Barbara Eden e Larry Hagman vive o Major Anthony Nelson. A série teve cinco temporadas, que se estenderam de 1965 a 1970.

Agente 86 (Get Smart)

O Agente 86 era um detetive atrapalhado, uma versão cômica de James Bond. O seriado abordava temas como espionagem e guerra fria, sua missão era combater uma organização criminosa comandada por um nazista, o vilão Siegfried. O personagem título era Max Smart, que possuía uma senha, o número 86 na agência de espionagem onde trabalhava.
 
Smart tinha uma parceira em suas missões, a misteriosa agente 99, o comandante de suas espionagens era um superior conhecido como “Chefe”. A série produzida por Mel Brooks e Buck Henry teve cinco temporadas, o elenco era composto por Don Adams, no papel de Smart e Barbara Feldon como a Agente 99 além de Edward Platt que interpretava o Chefe e Bernie Kopell como Siegfried.

Jornada nas Estrelas (Star Treck)

Jornada nas EstrelasJornada nas Estrelas é a ficção científica de maior sucesso no mundo, foram produzidas cinco séries para a TV, filmes para o cinema, livros e licenciamento de diversos produtos. Estreou na televisão americana em 1966 e seu último capítulo foi ao ar em 1969, quando a série foi cancelada por conta de baixos níveis de audiência ao fim da terceira temporada.
 
Era uma história futurista que retratava a tripulação de uma nave estelar: a USS Enterprise da Federação dos planetas Unidos. As aventuras vividas pelos tripulantes intergalácticos tinha uma frase famosa, “indo onde um homem jamais esteve”.
 
A série teve dois episódios pilotos, o primeiro não fez muito sucesso, o tema foi considerado muito intelectual para o público de televisão, mas a NBC decidiu produzir um segundo episódio que impulsionou a produção de uma primeira temporada. A história se passa no século XXIII, fala de um futuro pacífico na Terra, onde não existem mais problemas sociais ou econômicos e todas as guerras e conflitos (políticos, raciais) foram superados e todo o planeta é governado por um governo único.
 
A tripulação da nave era composta por oito personagens principais: Kirk, o filho de uma terráquea e um Vulcano chamado Spok, o médico Leonard McCoy, o engenheiro Montgomery Scott, Uhura que era responsável pela área de comunicação e um navegador de nacionalidade russa, Pavel Chekov que só entra na série a partir da segunda temporada.
 
A série virou mania nos EUA, mesmo depois de ter acabado por falta de audiência, porque na época os jovens se interessavam pelos temas abordados nos episódios que envolviam política, tecnologia e principalmente a situação mundial da época.

A família Addams (The Addams family)

O seriado conta o cotidiano de uma família um tanto estranha, mórbida, mas muito engraçada, desde seus membros até as situações em se metiam, nada era comum. A série que foi exibida em duas temporadas em preto e branco, a partir de 64 nos EUA, foi inspirada nos trabalhos que o cartunista Charles Addams criou para publicar na revista New Yorker, na década de 30.
 
O casal Gomez e Mortícia Addams são dois seres excêntricos, mas apaixonados, pais de Wandinha e Feioso. A filha do casal é uma menina sádica cuja maior diversão é usar o próprio irmão em experiências de tortura, Feioso que adora “brincar” com irmã, cria animais exóticos como aranhas e lagartos, por exemplo.
 
Tio Chico, é um especialista em explosivos e tem o estranho hábito de dormir de ponta cabeça. Outra integrante da família é a Vovó Addams, uma bruxa que faz poções e quitutes bizarros. O clã dos Addams conta com um mordomo muito desastrado, que tem uma aparência similar a de Frankstein, chamado Tropeço, além de Mãozinha, que estava sempre dentro de uma caixa e  era carregado para todos os lados.
 
Os vizinhos da família Addams eram os Loham-Myers considerados antagonistas da série por sempre implicarem com as excentricidades de seus vizinhos macabros, porém o filho do casal, Norman Jr., frequentava a casa dos Addams e os adorava apesar da posição de seus pais.
 
O elenco era composto por Carolyn Jones e John Austin como o casal Addams, Jackie Coogan (Tio Chico), Ted Cassidy interpretando Tropeço, Marie Blake no papel da Vovó Addams, Ken Weatherwax como Feioso e finalmente Lisa Loring como Wandinha. A família Addams acabou em 1966 e virou uma série de desenho animado nos anos 70 além de terem sido produzidos dois filmes homônimos anos mais tarde.

Batman & Robin

Série que ficou no ar em duas temporadas de 1967 a 1969, satiriza,  em um formato bem cômico, os personagens dos quadrinhos Batman e Robin, que tinham um ar gótico e mais pesado. Através de um telefone vermelho a dupla dinâmica recebia pedidos de socorro para derrotar os poderosos vilões que aterrorizavam Gotham City.
 
Batman e Robin saim para lutar contra o crime no Bat-carro preto e conversível. As famosas interjeições “santo” ou “santa” marcaram o personagem de Robin, havia também as divertidas onomatopeias que apareciam no vídeo (POW, BANG, etc.) quando os super-heróis estavam lutando contra os vilões, fazendo referência às lutas nos quadrinhos.
 
Na segunda temporada os produtores decidiram colocar uma nova personagem na série para tentar levantar a audiência que não foi tão boa quanto na temporada anterior, foi então que Batgirl entrou em cena, apesar dos esforços não houve muito aumento na popularidade do programa e a emissora decidiu encerrá-lo em 1968.
 
O sucesso estrondoso no início deveu-se principalmente aos episódios que tinham continuação, mantinham ao final um suspense e prendiam o telespectador por conta da curiosidade. As roupas caricatas eram uma marca da série que tinham sempre convidados especiais para viver os principais vilões, como Pinguim, Curinga, Charada e  Sr. Gelo.
 
O seriado apresentava um arsenal de bat-objetos usados para combater o crime, além das famosas escaladas nos prédios de Gotham, na horizontal! O elenco fixo da série era formado por Adam West como Batman e Burt Ward como Robin, além de Alan Napier que vivia o mordomo e cúmplice dos justiceiros, o Alfred e Yvone Craig que interpretou a Batgirl.
 
 
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